Osasco,

 

 

Mensalmente cerca de 200 empresas escolhem Barueri para se instalar

Dados da Prefeitura de Barueri apontam que a cidade recebe, em média, 200 novas empresas por mês, de acordo com o registro de inscrições municipais. São desde estabelecimentos de pequeno porte (como cabeleireiras, bares e restaurantes) às empresas de grande porte, nacionais e multinacionais.
Além de oferecer mais serviços à população de Barueri, incrementar a economia da cidade e ajudar na receita orçamentária de Barueri com o recolhimento de ICMS e ISS, a vinda de novas empresas tem relação direta com a oferta de mais vagas de trabalho. Para se ter uma ideia, o município fechou 2009 na frente na região – 101.021 trabalhadores com carteira assinada em todo o ano, segundo o Cadastro Geral de Desempregados e Empregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Barueri possui hoje cerca de 210 mil postos de trabalho com carteira assinada.
Para o prefeito Rubens Furlan, os números notáveis são resultado de um trabalho que começou com a histórica política fiscal implementada pela Prefeitura de Barueri na década de 1980, e que sempre atraiu novas empresas à cidade – e, consequentemente, mais empregos. “Estamos hoje colhendo os frutos de um trabalho que começou lá trás, há mais de 30 anos, quando iniciei os primeiros movimentos rumo à industrialização da nossa cidade, e também comecei a trabalhar esta vocação de serviços que Barueri tem hoje”, avalia Furlan, referindo-se ao seu primeiro mandato como prefeito.
Consequência desse trabalho, Barueri hoje ocupa o primeiro lugar na Região Oeste em movimentação financeira das indústrias, e é uma das líderes em geração de empregos. É uma das economias mais fortes do Estado e do País, e tem instaladas mais de 15 mil empresas, nacionais e multinacionais.
Investimentos em diversas áreas sociais, em especial em infraestrutura e segurança, também são atrativos para as empresas escolherem Barueri para se instalar. “Tudo o que podemos facilitar ao empresário, fazemos. O empresariado brasileiro, na verdade, só precisa da atenção simples do poder público para poder produzir em melhores condições”, explica Furlan.