Não quer entrar na chuva? Então não o esqueça!
Em Osasco quando chove e não temos uma capa de chuva, ele é nosso melhor amigo, pode ser pequeno e compacto para caber numa pequena bolsa feminina, ou pode ser grande para ser pendurado para secar, estou falando do guarda-chuva. Cuja palavra “guarda” é no sentido de nos proteger.
Para toda necessidade, o homem vem com a solução! Para o sol escaldante na antiga Mesopotâmia, há 3400 anos aproximadamente, região do atual Iraque, que queimava a cabeça dos reis, veio um artefato grande que era erguido sobre a realeza, pelos escravos, para amenizar os raios solares.
Contra o calor também se deu um jeito, eram abanadas folhas de palmeira. No Egito a idéia também adentrou para a realeza, mas não somente contra o sol, mas também como símbolo religioso e representante da posição hierárquica alta que ocupavam na sociedade.
Em Roma, na Grécia e muito mais tarde na França e em outros países, o objeto era considerado apenas feminino, mas isso não impediu que no século XVIII, o inglês Jonas Hanway, fizesse de tudo para tentar introduzir o guarda-chuva à sociedade masculina,e na utilidade contra as constantes chuvas Londrinas.
Embora bastante ridicularizado em vida, após sua morte a moda pegou, e o guarda-chuva estabeleceu sua utilidade como popularmente conhecemos, tanto contra o sol, em forma de lindas e delicadas sombrinhas ou contra a chuva, em imponentes e grandes guardas-chuvas.
Sem dúvida, é um objetivo pessoal que não podemos dispensar, por mais que às vezes não nos pareça muito conveniente, nem tão prático, pois uma mala e um guarda-chuva são dois objetos que ninguém gosta de carregar consigo.
Ah! Outro detalhe importante de se lembrar, eu acho que você caro leitor deve tomar cuidado, pois o guarda-chuva é um dos objetos que mais esquecemos, então preste atenção! |