Osasco,

 

Eu acho que...
Fátima Baltazar


Quatro vezes nossa pátria!

Encerrando a série patriótica, sobre os quatro símbolos nacionais, dos quais já falei sobre a história da Bandeira Nacional e sobre o Hino Nacional, esta semana falarei um pouco sobre o Brasão Nacional e o Selo Nacional!

O Selo Nacional foi criado através do Decreto nº 4 de 19 de Novembro de 1889, e atende as seguintes especificações: “É formado por um círculo representando uma esfera celeste, idêntica à da bandeira nacional, tendo em volta as palavras "República Federativa do Brasil".

Ele é usado para autenticar atos do governo, diplomas e certificados expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas em todo território nacional. Naquele mesmo ano de 1889, através do mesmo decreto, o brasão de armas de nosso país foi estabelecido.

Foi criado pelo pintor francês Jean Baptiste Debret e foi usado pela primeira vez como insígnia do estandarte pessoal do príncipe real do reino unido de Portugal, Brasil e Algarves. Houve apenas uma alteração em 1969, período em que o Brasil passava por uma forte e violenta ditadura militar iniciada em 1964.

As Armas Nacionais (ou Brasão Nacional), é aquele encontrado nos edifícios-sede dos: três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), governos municipais, estaduais e federais, quartéis militares e policiais além de estar em todo papel de nível federal como publicações diversas.

Há quem cogite a ideia de que a “Esfinge da República” seja um símbolo nacional também, você certamente já a viu diversas vezes, se ainda não sabe do que estou falando, pegue uma nota de um real, de um lado verá o desenho do beijaflor, do outro, o rosto da esfinge que possui em sua cabeça uma coroa de louros e enigmaticamente olha para a esquerda!

A esfinge também está em objetos ou documentos do Brasil. Seu uso mais comum é na moeda brasileira, usada em todas as cédulas e na moeda de 1 real. Portanto o Selo, o Hino, a Bandeira e as Armas são nossos quatro símbolos oficiais, e foram regulamentados como tal pela lei 5.700, de 1º de setembro de 1971. E eu acho que quando você, caro leitor, observar algum deles em certas ocasiões, pare um pouco, observe, reflita, mas principalmente admire! É a nossa pátria.



 

 

 

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